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sábado, 24 de agosto de 2019


Stellina Race - Challenge Stellina
RESULTADOS FINAIS
14º Taça Internacional de Montanha U18
https://www.stellinarace.it/e-tripletta-azzurra-tra-le-donne-vince-katja-pattis-italia-femminile-oro-a-squadre/

É um hat-trick azul entre as mulheres! Vince Katja Pattis. Itália equipe feminina de ouro

Uma cidade colorida e festiva de Susa recebe as 14 nações que participaram da 14ª Copa Internacional de Corridas de Montanha Sub-18, com o desfile das equipes nas ruas do centro da cidade.

O teste feminino é um triunfo azul, pela primeira vez na história da competição que acontece pela oitava vez na Itália e pela quarta em Susa, onde nasceu. Uma conquista histórica com as assinaturas de Katja Pattis (ASD Clube Suedtirol Team), Luna Giovanetti (Atl. Valle di Cembra) e Axelle Vicari (Pol. Sant'Orso Aosta). Prontos, vão e desde o Arco do Triunfo de Augusto a carreira com o azul toma ponto que partem na primeira subida a polonesa Regina Pichowska, a turca Tuğce Özkan e a americana Samantha Blair. Pattis, Giovanetti, Vicari e Lisa Kersckbauhmer (Sportclub Merano), em ordem, seguem-na de perto, prontos para aproveitar cada pequena falha. No final da primeira descida, as posições de troca polaca e turca no topo da corrida; enquanto o atleta de estrelas e listras perde contato, o trio é formado por Pattis, Giovanetti e Vicari. Na segunda volta Pattis leva os italianos para o resgate e aparece no topo da última subida, seguido pelos companheiros de equipe. Esta será a ordem final de chegada com Pattis, que corta a linha de chegada sozinho, dobrando assim o sucesso de seu irmão Daniel na mesma competição que remonta a 2015. Giovanetti e Vicari chegam praticamente juntos realizando um excelente teste individual, bem como equipe, completada pelo 12º lugar do Kerschbaumer. Quarto lugar para Özkan, quinto para o americano Blair, que conseguiu subir na final. "Estou muito feliz também porque não esperava" as palavras de Katja Pattis. No mesmo comprimento de onda Luna Giovanetti: "Foi um dia fantástico! Eu também não esperava esse resultado, mas com as meninas nos encontramos muito bem. O caminho era lindo ”. Fecha Axelle Vicari, terceiro "Os outros começaram um pouco fortes, no começo eu fiquei para trás, depois me recompus e competimos juntos com as outras garotas. Tudo correu bem ".
A classificação da equipe vê o domínio do azul com 6 pontos; A Turquia e os Estados Unidos também estão no pódio, ambos com 30 pontos.

Mesmo o trigêmeo masculino, mas desta vez para os primos franceses. É na verdade a França que monopoliza o pódio individual (e, claro, a equipe) com a vitória que vai, para o acabamento da foto, a Hugo Schropfer sobre o compatriota Basile Basset. Terceiro lugar, aos seis segundos, para Mael Allaire, que, por sua vez, precede em apenas dois segundos o americano James Gregory; o último sofre de um início de foguete e na final ele é forçado a dar espaço aos seus adversários franceses, mas ele é bom em manter o Welshman Michael Spill eo turco Ramazan Yildiz atrás dele que cruzam a linha de chegada na sequência de Gregory (um segundo divide os três atletas). Primeiro dos Azuris Massimiliano Berti (S.A. Valchiese) sétimo; ele havia se comportado bem na primeira ascensão, conseguindo estar perto do pequeno grupo no comando. Após o 11º Mattia Zen (CUS Insubria), o 18mo Devid Caresani (Atl. Tione) e o 33º Matteo Bardea (A.S. Lanzada).
Quarto lugar para a Azzurra na classificação da equipe com a mesma pontuação com a Turquia (36 pontos); vencer naturalmente a França com 6 pontos, seguido pelo País de Gales com 33.

O dia começou no início da tarde com os testes preliminares da juventude. O mais interessante é o reservado para cadetes e cadetes, também válido como o Troféu das Províncias que vê a órbita da FIDAL Trento e, especificamente, da Atl. Valle di Cembra. Na prova feminina Lia Berton (Atl. Valle di Cembra) começa imediatamente forte, sozinha quando a corrida chega na parte mais alta do percurso. Trinta faz uma corrida na cabeça e na linha de chegada mostra uma margem justa em Giulia Piacenza (ASD Rigaudo eu amo esporte), portador de FIDAL Cuneo. Um pouco mais atrás está a francesa Sophie Rylance, que precede a Matilde Bonino (Bugella Sport), a FIDAL Biella / Vercelli por dois segundos.
No masculino FIDAL Trento traz para casa outra vitória graças a Mauro Dallapiccola (Atl. Valle di Cembra), capaz de preceder por um segundo Davide Ghio (ASD Rigaudo eu amo esporte), portador de FIDAL Cuneo. Emoção para o terceiro lugar com um bom desafio para a foto terminar entre o polonês Artur Petrosyan que verifique o Filippo Filippo Zanon (Atl. Valle di Cembra).

Mas também há espaço para as categorias de estréia e jovens. Para os pequenos, foi planejado um caminho diferente, tudo dentro do Parco di Susa. Sucesso na categoria masculino por Daniele Mattio (Pod. Valle Varaita) sobre Mathieu Cretier (APD Pont Saint-Martin) e Lorenzo Laratore (Atl. Saluzzo); para a mulher da mesma idade a vitória vai para Sofia Liuzzi (ASD Academia Atlética Bari) que antecede os atletas do Pod. Valle Varaita Ester Mattio e Matilde Garelli.


Nomeação amanhã, domingo, 25 de agosto, às 8h em Mompantero (TO) para o início da caminhada / corrida não competitiva, liderada pelo presidente da WMRA, Jonathan Wyatt, e os campeões italianos Bernard e Martin Dematteis, juntamente com Alessia Scaini. Destino: Costa Rossa local onde se realizará a comemoração da Batalha da Granja Sevine que em 26 de agosto de 1944 viu o Comandante Aldo Laghi, vulgo Giulio Bolaffi, e seus partidários derrotarem as forças alemãs.



Katja Pattis vence a 14ª edição da International U18 Mountain Running Cup em Susa (foto de Damiano Benedetto)



Katja Pattis, Luna Giovanetti e Axelle Vicari pelo hat-trick azul feminino

O pódio masculino com o hat-trick francês (foto Damiano Benedetto photos)

domingo, 18 de agosto de 2019

Socalcos Trail Adventure 2019

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RESULTADOS FINAIS
La Ultra - The High 2019
https://www.laultra.in/race-route/
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Percurso
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Inscritos
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Programa
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Jason Reardon.


Matthew Maday.
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Meia Maratona Rosa de Arcos de Valdevez

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II SOUSÕES TRAIL | FELGUEIRAS

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30ª CORRIDA DA BAÍA DE MONTE GORDO
RESULTADOS FINAIS
30ª CORRIDA DA BAÍA DE MONTE GORDO
RESULTADOS FINAIS
IV RUNNING SÁTÃO
I Trail Convívio dos Trilhos de Sto Onofre

MEÃS DO CAMPO RENDIDA AO I TRAIL CONVÍVIO DE SANTO ONOFRE


No dia 15 de agosto, o I Trail Convívio dos Trilhos de Santo Onofre reuniu cerca de 270 participantes em Meãs do Campo.
“Muito satisfeita com a adesão demonstrada”, Tânia Mendes, em representação da Comissão de Festas em Honra de S. Sebastião, referiu: “Este momento de convívio foi organizado pela comissão de festas e contou com a colaboração da Box N111 e do ginásio Mor(e)Fit. O nível de participação superou as nossas melhores expetativas”.
O trail de convívio, com 10km, e a caminhada, com 6 km, levou as centenas de participantes a (re)descobrir os trilhos de Santo Onofre e as paisagens da freguesia de Meãs do Campo.
Jaime Netto
Agora no Atletismo, mais um absurdo do desporto no Brasil

Embora legítima, uma licitação anti-ética prejudica um treinador consagrado e coloca num cargo importante um punido por dopar os seus pupilos


Sou visceralmente contra qualquer penalidade definitiva. Acredito na redenção, torço bastante para que um punido se recupere, se regenere, se reintegre à sociedade. Jamais me arriscaria, porém, a usar uma raposa como a zeladora de um galinheiro. Afastado das pistas do País já faz quase oito anos, Jayme Netto, o protagonista principal do maior escândalo de doping do desporto por aqui, acaba de ganhar um novo emprego na CBAt, a Confederação Brasileira de Atletismo. Com o salário mensal de R$ 6.000, assumirá o posto de consultor da CBAt para provas de velocidade.
Prata em Sydney, o Revezamento 4X100

Prata em Sydney, estafeta 4X100

Reprodução CBAt
Não se discute o currículo admirável de Jaime Netto, hoje na casa dos 60 de idade. De acordo com a irrepreensível Plataforma Lattes, ele é graduado em Fisioterapia, fez um mestrado em Educação Física, doutorado em Ciências da Saúde. Tornou-se livre-docente da UNESP, Universidade Estadual Paulista, apresentou cerca de 240 trabalhos em congressos inclusive internacionais, publicou mais de 50 em revistas especializadas. Também cuidou das equipas de estafeta de 4X100 que, formidavelmente, acumularam medalhas de prata nos Jogos Olímpicos de Sydney/2000 (dos homens) e medalhas de bronze nos Jogos de Pequim/2008 (dos homens e das mulheres).
O CNDA de Bragança Paulista

O CNDA de Bragança Paulista

CBAt
Também não se discute a transparência com que a CBAt  montou o procedimento de contratação do tal consultor, que exercerá a sua incumbência no Centro Nacional de Desenvolvimento do Atletismo, o CNDA, de Bragança Paulista, no mesmo endereço, ironicamente, do escândalo de doping. Aconteceu uma licitação, aberta àqueles que se dispusessem a participar. No procedimento, todavia, a entidade privilegiou os títulos académicos, que ganharam peso por pontos extras e tornaram Jaime Netto imbatível. Mesmo com o ouro dos rapazes e das moças nos 4X100 do Pan de Lima/2019, o ouro dos rapazes no recente Mundial de Yokohama, Japão, outro treinador, Katsuhico Nakaya, somou 44,50 pontos contra 48,83.
Katsuhico Nakaya

Katsuhico Nakaya

CBAt
O vencedor se escuda na méritocracia. Ao blog “Olhar Olímpico”, de Demétrio Vecchioli, literalmente declarou: "A gente amadurece, cresce. Esses anos parecem ter um significado muito maior depois de tudo que eu passei. Essa é a forma que eu tenho de fechar esse capítulo. Se não fosse méritocracia eu não teria como voltar. Eu paguei pelo que eu fiz e essa é uma vaga que eu conquistei por direito". Não necessariamente, porém. Da mesma forma que valorizou os títulos academicos, o concurso da CBAt obrigatoriamente deveria estabelecer um índice de redução para quem feriu a ética, a disciplina e a normalidade. Nakaya nunca maculou o seu nome e nunca transformou o Atletismo, convenhamos, em um triste, nefando caso de polícia.
Lance Armstrong

Lance Armstrong

Reprodução
Exactamente agora completa uma década o escândalo em que Jaime Netto se enredou. Era Agosto de 2009 quando ele assumiu a responsabilidade por ministrar, de maneira constante e sistemática, a EPO, ou Eritropoietina, a cinco integrantes de uma bela equipe brasileira que disputaria o Mundial. Trata-se de uma substância sintética, simulacro de uma hormona secretada pelos rins, capaz de estimular a medula a ampliar a produção das células vermelhas do sangue. Utilizada basicamente no tratamento da anemia, a EPO se tornara comun entre os super-ciclistas de estrada. Como Lance Armstrong, um heptacampeão do “Tour de France”, enfim banido, de vez, das duas rodas.
Pedro Balikian Jr.

Pedro Balikian Jr.

Reprodução
Nos seus périplos, então, supostamente épicos, de 1999 a 2005, Armstrong driblou os exames de plantão. Josiane da Silva Tito, Luciana França, Lucimara Silvestre, Bruno Lins e Jorge Clélio da Rocha Sena, os atletas submetidos ao comando de Jaime Netto, foram apanhados, porém, nos primeiros testes fora de competição que se fizeram aqui no Brasil. Ao menos o treinador, felizmente, manifestou que os pupilos eram inocentes, ignoravam o que ingeriam sob o disfarce de suplementos. Jaime Netto ainda acusou, como seu mentor, o fisiologista Pedro Balikian Jr., demitido da UNESP. O fisiologista lhe tinha assegurado que não havia chance de os atletas serem surpreendidos.
Jaime Netto e Inaldo Sena, flagrados

Jaime Netto e Inaldo Sena, apanhados

AE/Valéria Gonçalves
Na realidade, nos bastidores do Atletismo da época, já se comentava, cautelosamente, sobre um escândalo prestes a explodir. Havia atletas, inclusive, que confidenciavam os seus temores a colegas e, dentro da UNESP, a professores dispostos a ouvir e a ajudar: sofreriam pressões de Jaime Netto e de outro treinador, Inaldo Justino de Sena, para que experimentassem a EPO, “sem contra-indicações”. O escândalo detonou Jaime Netto e os cinco velocistas mas, principalmente, destruiu o sonho de Jorge Queiroz, dono da Rede Energia. Queiroz havia perdido um filho para as drogas e, por isso, construíra o CNDA para afastar jovens do perigo desesperante do vício. O doping custou o fim da equipe da Rede. Jorge Queiroz acabaria por falir.
Jorge Queiroz

Jorge Queiroz

Rede Esportes
De novo, é óbvio e é evidente que o pior criminoso tem o humano direito de, cumprida a sua sentença, refazer a sua vida. Em 2012, o CREF, Conselho Regional de Educação Física, suspendeu Jaime Netto por quatro anos. A pena, de todo modo, não o impediu de permanecer na UNESP, em outro departamento, o da Fisioterapia. Embora banido do Atletismo, recorreu à Corte Arbitral do Esporte, CAS, na Suíça, que reduziu a pena a quatro anos. Aposentou-se como professor mas, em Presidente Prudente/SP, ainda que discreto, seguiu conectado à modalidade. Agora, dá a sua volta por cima.
Nakaya, quando atleta do Brasil

Nakaya, quando atleta do Brasil

CBAt
Pena que seu retorno as ribaltas ocorra num cenário de dúvidas imensas, em meio a uma polêmica desnecessária e com o sacrifício de um companheiro de lutas, Nakaya, um grande velocista nos anos 70 e 80, inclusive finalista dos Jogos de Moscou/1980 e de Los Angeles/1984 com a estafeta 4X100. A história de Nakaya, impoluta, merecia respeito integral. Desde Março de 2018 sob a presidência de Warlindo de Souza Filho, que assumiu o lugar depois da renúncia de Toninho Fernandes, acusado por denúncias de irregularidades de gestão, a CBAt bem poderia ter se poupado dessa situação agora nebulosa.
Alberto Murray Neto

Alberto Murray Neto

Arquivo Pessoal
Alberto Murray Neto, o presidente do Conselho de Ética do COB, não economisa palavras na sua crítica. Observa que a selecção promovida pela CBAt “pode ter contornos de legalidade, mas é imoral”, além de representar “uma injustiça sem tamanho com pessoas muito competentes e honestas que se dedicam com sucesso ao seu ofício.” Ele se refere, claro, a Katsuhico Nakaya. “É prestigiar o ruim em detrimento do bom, inverter valores. A méritocracia não se faz preenchendo formulários (mas) se observa no comportamento reiterado da pessoa ao longo do tempo.” Pois eu assino em baixo da declaração de Murray, referendo e dou fé, Sílvio Lancellotti.